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quarta-feira, 7 de março de 2012


Quatro jovens desapareceram misteriosamente em Santana do Paraíso após serem colocados em um carro preto

RICARDO VASCONCELOS
falesuper@supernoticia.com.br

FOTO: DANÚBIA MOTA/DIÁRIO DO AÇO
Delegada Amanda Sfredo Martins Prezotti ouviu ontem oito testemunhas do desaparecimento dos quatro rapazes


Após quase uma semana, somente hoje a Polícia Civil deve definir uma linha de investigação para tentar localizar quatro jovens desaparecidos no último dia 29, em Santana do Paraíso, no Vale do Aço. Ontem, a delegada responsável pelo caso, Amanda Sfredo Martins Prezotti, ouviu oito testemunhas, incluindo parentes, amigos e pessoas que teriam visto os rapazes sendo levados por supostos policiais civis. Essa é uma das hipóteses para o sumiço. No entanto, não está descartada a possibilidade de que eles tenham sido alvo de traficantes. Segundo a polícia, eles tinham envolvimento com o tráfico de drogas.
"Nenhuma das duas hipóteses está descartada. Tudo será checado a partir dos depoimentos prestados pelas testemunhas. Por isso, é importante levantar o máximo de informações possível antes de se afirmar qualquer coisa", disse um dos policiais que participam das investigações, o qual pediu para não ter o nome divulgado. Como estava colhendo os depoimentos das testemunhas, a delegada Amanda não pôde atender à reportagem.
Uma testemunha fundamental do caso é uma dona de casa de 20 anos, que foi ouvida ontem. Segundo ela, na manhã da quinta-feira, dia 29, por volta das 8h, ela seguiu para a casa onde estavam os rapazes para pegar um isqueiro emprestado para acender o fogão. Depois que deixou a residência, um homem em uma moto preta parou em frente ao endereço, perguntou quem ela era e ainda revistou a jovem. Em seguida, teria surgido uma viatura da Polícia Civil com dois agentes, que mandaram os rapazes saírem da casa.
Identificados apenas como Jonathan, Luciano, Vitor e Wesley, com idades entre 13 e 19 anos, os jovens, de acordo com a testemunha, teriam sido amarrados, algemados e espancados. Depois disso, foram colocados no carro preto e desapareceram.

Drogas
Conforme os primeiros levantamentos da Polícia Civil, os rapazes têm várias passagens pela polícia, principalmente por tráfico de drogas. No momento em que foram abordados pelos supostos policiais, eles estariam consumindo cocaína e crack. A casa onde eles estavam fica no bairro Cidade Nova, na divisa com os bairros Veneza e Planalto - que pertencem à cidade de Ipatinga. "Esses bairros são conhecidos por crimes frequentes associados ao tráfico de drogas, como assassinatos. Pode estar aí uma das explicações para o sumiço dos rapazes", explicou o investigador.

Hoje, os policiais devem fazer buscas nas duas cidades. A PM também deverá ajudar na localização das vítimas.
FOTO: ANGELO PETTINATI - 2.3.2012
Casa da aposentada morta na capital foi destruída pelas próprias filhas
Irmãs acusadas de ritual são achadas em SP
As cinco irmãs, a filha de uma delas, de 5 anos, e o pai, de 81 anos, que desapareceram em Belo Horizonte, no dia 26 de fevereiro, foram encontrados na cidade de São Paulo, na última segunda-feira. Eles estavam na casa de um parente e haviam sumido depois da morte da mãe das mulheres, uma aposentada de 59 anos. Há a suspeita de que elas participavam de uma seita e de que a idosa morreu por causa de um ritual.
O inquérito será transferido da Delegacia de Desaparecidos para a de Homicídios. A polícia vai pedir que o idoso e a criança sejam retirados da casa. As mulheres prestaram depoimento ontem e, segundo informações da polícia, elas negaram que participavam de rituais macabros. Elas teriam dito que foram para a casa de uma outra irmã, fora do Estado, com medo da reação dos vizinhos e da população em geral.
A idosa era portadora de necessidades especiais e diabética. Segundo um dos filhos, ela teria morrido após ficar quase 20 dias vivendo à base de água e biscoito e sem tomar a medicação necessária.
A casa da família fica no bairro Ipanema, na região Noroeste da capital. Uma vizinha disse ainda que, no dia da morte da aposentada, escutou barulhos na residência. "Era um misto de gritos, choro e várias risadas, parecia uma espécie de ritual macabro", explicou a mulher. No atestado de óbito, a causa da morte consta como parada cardiorrespiratória e complicações do diabetes.

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