PCMG: TRAFICO INTERNACIONAL DE DROGAS É DESMANTELADO EM MINAS
Eles faziam parte de uma quadrilha especializada em venda de maconha. A droga era comprada no Paraguai e vendida em Minas. O comércio poderia render R$ 3 milhões ao grupo
Publicação: 08/09/2011 11:52 Atualização: 08/09/2011 12:38
A polícia prendeu
uma quadrilha especializada em tráfico internacional de drogas que
trazia maconha do Paraguai para vender em Belo Horizonte e na região
metropolitana. Entre os suspeitos está uma advogada, grávida de três
meses, que seria responsável por distribuir parte da droga. Um detento
da Penitenciária da Nelson Hungria, em Contagem, também fazia parte do
esquema de venda que poderia render aos envolvidos cerca de R$ 3
milhões.
Há alguns meses o Departamento de Operações Especiais (Deoesp) começou a investigar uma quadrilha de roubo de joias que atua na Grande BH. Os policiais chegaram a Jeremias da Silva Braz, 28 anos, e Djalma Fernandes dos Santos, de 28, apontados como membros da quadrilha. Eles marcaram um encontro numa praça do Bairro Nova Suíssa, em BH, para entrega de mercadoria. A polícia flagrou esse encontro, mas para surpresa dos investigadores, o produto trocado pelos suspeitos não era joia. Um tablete de maconha de cerca de um quilo foi o motivo do encontro da dupla. Eles foram presos em flagrante no momento da transação.
Em interrogatório, Jeremias confessou que guardava cerca de 90 quilos de maconha em sua casa, na cidade de Ribeirão das Neves. O suspeito buscou a droga no Paraguai, num Astra e trouxe a Minas Gerais. O criminoso deixou o carro em Foz o Iguaçu, atravessou a fronteia a pé e fez contato com um traficante paraguaio em Ciudad del Este (PA). O estrangeiro levou a droga ao carro, em caixas de papelão. Dessa forma, a droga foi transportada para Minas, no banco de trás do veículo passando por diversos estados brasileiros.
Crime organizado
O quilo da droga seria vendido a R$ 250 para advogada Marilene Luzia das Dores de Souza, 33. Ela repassaria a mercadoria para o presidiário Geraldo Magela da Silva, 45, que comercializaria a maconha por R$ 350 o quilo. Contando com a ajuda de Djalma o preso venderia os tabletes por R$ 500. O entorpecente seria distribuído na capital, em Santa Luzia e Contagem. A organização do crime começava por Jeremias, o transportador, passava por Marinele, a distribuidora, por Djalma, o avaliador da qualidade da droga e chegava a articulador Geraldo. A polícia investiga se outras pessoas ligadas à Geraldo, como o advogado dele, estão envolvidos no esquema. Os suspeitos foram indiciados por formação quadrilha, tráfico internacional de drogas. Apenas Marilene foi autuada por associação ao tráfico.
Há alguns meses o Departamento de Operações Especiais (Deoesp) começou a investigar uma quadrilha de roubo de joias que atua na Grande BH. Os policiais chegaram a Jeremias da Silva Braz, 28 anos, e Djalma Fernandes dos Santos, de 28, apontados como membros da quadrilha. Eles marcaram um encontro numa praça do Bairro Nova Suíssa, em BH, para entrega de mercadoria. A polícia flagrou esse encontro, mas para surpresa dos investigadores, o produto trocado pelos suspeitos não era joia. Um tablete de maconha de cerca de um quilo foi o motivo do encontro da dupla. Eles foram presos em flagrante no momento da transação.
Em interrogatório, Jeremias confessou que guardava cerca de 90 quilos de maconha em sua casa, na cidade de Ribeirão das Neves. O suspeito buscou a droga no Paraguai, num Astra e trouxe a Minas Gerais. O criminoso deixou o carro em Foz o Iguaçu, atravessou a fronteia a pé e fez contato com um traficante paraguaio em Ciudad del Este (PA). O estrangeiro levou a droga ao carro, em caixas de papelão. Dessa forma, a droga foi transportada para Minas, no banco de trás do veículo passando por diversos estados brasileiros.
Crime organizado
O quilo da droga seria vendido a R$ 250 para advogada Marilene Luzia das Dores de Souza, 33. Ela repassaria a mercadoria para o presidiário Geraldo Magela da Silva, 45, que comercializaria a maconha por R$ 350 o quilo. Contando com a ajuda de Djalma o preso venderia os tabletes por R$ 500. O entorpecente seria distribuído na capital, em Santa Luzia e Contagem. A organização do crime começava por Jeremias, o transportador, passava por Marinele, a distribuidora, por Djalma, o avaliador da qualidade da droga e chegava a articulador Geraldo. A polícia investiga se outras pessoas ligadas à Geraldo, como o advogado dele, estão envolvidos no esquema. Os suspeitos foram indiciados por formação quadrilha, tráfico internacional de drogas. Apenas Marilene foi autuada por associação ao tráfico.
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