O grupo detido buscava droga no Paraguai e distribuía em Minas Gerais; uma advogada fazia parte do esquema e também foi presa
Após dois meses de investigação, a Polícia Civil
apresentou o resultado da Operação Foz nesta quinta-feira (8). Se por um
lado, o principal objetivo - a prisão de um grupo especializado em
assalto a joalherias - não foi alcançado, por outro, uma quadrilha de
tráfico internacional de drogas foi presa graças aos trabalhos.
Chefe do Departamento de Investigações de Crimes Contra o Patrimônio, Islande Batista, explicou que o alvo das investigações era um grupo que rouba joias em Belo Horizonte e Região Metropolitana (RMBH). No dia 31 de agosto, os policiais receberam uma informação de que as peças roubadas seriam negociadas em uma praça do Bairro Nova Suíça, Região Oeste de BH.
Após emboscada, a Polícia Civil descobriu que o produto em negociação era outro: um tablete de maconha com cerca de um quilo. Foram detidos Jeremias da Silva Bráz e Djalma Fernandes dos Santos, ambos de 28 anos.
Jeremias confessou que estava com mais de 90 quilos da mesma droga na própria residência, em Ribeirão das Neves, na RMBH, e revelou o esquema de um grupo especializado em outro tráfico, o de drogas. Após apreender o entorpecente, a polícia identificou a quadrilha e prendeu uma advogada envolvida, Marilene Luzia das Dores de Souza, 33 anos.
Esquema
Jeremias era o responsável por buscar maconha no Paraguai. Após trazer a droga para Minas, ele a vendia para a advogada comprava por R$ 250 o quilo. Ela ligava para Geraldo Magela da Silva, 45 anos, e renegociava o entorpecente, vendendo a mesma quantidade por R$ 350.
Após passar pela avaliação de Djalma, Geraldo, comprava e renegociava a maconha para bocas de Belo Horizonte por R$ 500 o quilo. Ele, inclusive, está preso por extensa ficha criminal de tráfico de drogas na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, na RMBH.
Jeremias e Djalma foram encaminhados ao Ceresp Gameleira. Já Marilene, que está grávida, foi levada à Penitenciária de Mulheres Estevão Pinto.
Chefe do Departamento de Investigações de Crimes Contra o Patrimônio, Islande Batista, explicou que o alvo das investigações era um grupo que rouba joias em Belo Horizonte e Região Metropolitana (RMBH). No dia 31 de agosto, os policiais receberam uma informação de que as peças roubadas seriam negociadas em uma praça do Bairro Nova Suíça, Região Oeste de BH.
Após emboscada, a Polícia Civil descobriu que o produto em negociação era outro: um tablete de maconha com cerca de um quilo. Foram detidos Jeremias da Silva Bráz e Djalma Fernandes dos Santos, ambos de 28 anos.
Jeremias confessou que estava com mais de 90 quilos da mesma droga na própria residência, em Ribeirão das Neves, na RMBH, e revelou o esquema de um grupo especializado em outro tráfico, o de drogas. Após apreender o entorpecente, a polícia identificou a quadrilha e prendeu uma advogada envolvida, Marilene Luzia das Dores de Souza, 33 anos.
Esquema
Jeremias era o responsável por buscar maconha no Paraguai. Após trazer a droga para Minas, ele a vendia para a advogada comprava por R$ 250 o quilo. Ela ligava para Geraldo Magela da Silva, 45 anos, e renegociava o entorpecente, vendendo a mesma quantidade por R$ 350.
Após passar pela avaliação de Djalma, Geraldo, comprava e renegociava a maconha para bocas de Belo Horizonte por R$ 500 o quilo. Ele, inclusive, está preso por extensa ficha criminal de tráfico de drogas na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, na RMBH.
Jeremias e Djalma foram encaminhados ao Ceresp Gameleira. Já Marilene, que está grávida, foi levada à Penitenciária de Mulheres Estevão Pinto.
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